Bicicletas de Pequim
"Bicicletas de Pequim" - Shi qi Sui de Dan Che
(de Wang Xiaoshuai - China/França, 2000 - Drama - 113 min)
"Bicicletas de Pequim" é parte de uma série de seis produções (Tales of Changing China), que narra as transformações sociais recentes ocorridas em Pequim, Hong Kong, Xangai e Taipé. Premiado com o Urso de Prata, de Berlim, "Bicicletas de Pequim" nos desvenda de forma sutil as transformações pelas quais passam a China Contemporânea.
Para isso, o diretor Wang Xiaoshuai, utiliza como ferramenta central a figura de uma bicicleta. Esta passa a ser o ponto de explicação para as novas relações sociais numa China que vivencia a superação do modo de produção comunista e absorve cada vez mais não só a bases materiais do capital, mas também as mazelas da sociedade ocidental que o acompanham, como o fetiche da mercadoria.
Enquanto Guei necessita da bicicleta como instrumento de sobrevivência, Jian é parte de uma juventude já ganha ideologicamente para a"necessidade do consumo", já que ela lhe possibilita uma determinada aceitação em seu meio social. Uma outra figura importante na composição do filme é a figura da empregada que sonha com uma improvável ascenção.
Na nova China, capitalista, a juventude é a primeira a ser atingida pelos mesmo males que nós já conhecemos há muito tempo.
(de Wang Xiaoshuai - China/França, 2000 - Drama - 113 min)
"Bicicletas de Pequim" é parte de uma série de seis produções (Tales of Changing China), que narra as transformações sociais recentes ocorridas em Pequim, Hong Kong, Xangai e Taipé. Premiado com o Urso de Prata, de Berlim, "Bicicletas de Pequim" nos desvenda de forma sutil as transformações pelas quais passam a China Contemporânea.
Para isso, o diretor Wang Xiaoshuai, utiliza como ferramenta central a figura de uma bicicleta. Esta passa a ser o ponto de explicação para as novas relações sociais numa China que vivencia a superação do modo de produção comunista e absorve cada vez mais não só a bases materiais do capital, mas também as mazelas da sociedade ocidental que o acompanham, como o fetiche da mercadoria.
Enquanto Guei necessita da bicicleta como instrumento de sobrevivência, Jian é parte de uma juventude já ganha ideologicamente para a"necessidade do consumo", já que ela lhe possibilita uma determinada aceitação em seu meio social. Uma outra figura importante na composição do filme é a figura da empregada que sonha com uma improvável ascenção.
Na nova China, capitalista, a juventude é a primeira a ser atingida pelos mesmo males que nós já conhecemos há muito tempo.

